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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Segundo pesquisas, Cristina Kirchner será reeleita

Segundo informado pela Reuters, a presidente argentina Cristina Kirchner deve ser reeleita daqui a duas semanas.   O apoio a Kirchner está agora em 53,2 por cento, segundo a mais recente pesquisa mensal da empresa local de sondagem Management & Fit. Isso a coloca mais de 40 pontos à frente do rival mais próximo, o governador socialista da província de Santa Fé Hermes Binner.

Já na pesquisa Poliarquia, feita para o jornal La Nación, ela tem apoio de 49,3 por cento, mas uma votação projetada entre 52 por cento e 55 por cento considerando os eleitores ainda indecisos.

Binner tem um apoio de 12,4 por cento, acima dos 11,6 por cento do mês passado, e consolida sua posição como rival mais próximo de Kirchner, mostrou a pesquisa da Management & Fit.A pesquisa Poliarquia também colocou Binner em segundo lugar com apoio de 13,6 por cento e votação projetada entre 14 por cento e 16 por cento.

Em terceiro lugar nas duas pesquisas apareceu o deputado social-democrata Ricardo Alfonsín, que tinha apoio de 7,8 por cento e 9,5 por cento nas sondagens.

Cristina Kirchner, que escolheu o ministro da Economia, Amado Boudou, como seu candidato a vice, prometeu continuar com as políticas atuais, que incluem forte intervenção do Estado na economia, pesados subsídios aos transportes e energia e protecionismo comercial.

Ela tem aprovação de mais de 60 por cento graças ao expressivo crescimento econômico, ao fracasso da oposição de apresentar um desafio convincente e à simpatia do público depois da morte, há um ano, do marido dela e predecessor na presidência, Néstor Kirchner.

De acordo com a lei eleitoral argentina, os candidatos garantem vitória em primeiro turno se obtiverem mais de 45 por cento dos votos.

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