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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Paulo de Tarso também entrega cargo no governo

E a crise no governo Rosalba se anuncia monstruosa.  O secretário-chefe da Casa Civil entregou carta de demissão à governadora.

Por Anna Ruth Dantas
No Panorama Político

A crise no Governo Rosalba Ciarlini se agrava. Informações extra oficiais apontam que o secretário estadual chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes, entregou o pedido de exoneração.
Ele deixa o Governo, onde tinha o status de super secretário. A saída de Paulo de Tarso ocorre exatamente no momento em que o vice-governador Robinson Faria rompe com o Governo.

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