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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Para senador tucano "2014 já era"


O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) voltou nesta sexta-feira, 28, a utilizar sua conta no Twitter para externar críticas à direção do partido, alimentando mais uma vez o fogo amigo entre os integrantes da legenda, e ainda fez uma previsão negativa em relação à disputa pela presidência em 2014. “Dessa forma, sem trabalhar direito hoje, sem formular propostas, sem organizar o partido, sem uma oposição firme agora, 2014 já era”, escreveu.Aliado do ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), o senador tucano, que em setembro já havia tornado pública a sua insatisfação, lamentou o fato de que, segundo ele, o partido não teria apresentado suas posições sobre temas como a preparação para a Copa de 2014 e a divisão dos Royalties do pré-sal. “O que o PSDB pensa sobre Código Florestal? Sobre lambanças preparatórias da Copa? Na reforma Política, qual é nossa posição?”, questionou Aloysio.

O senador cobrou a reorganização do partido e o recadastramento dos militantes, visando a realização de prévias eleitorais. “A quantas anda a tão alardeada reorganização do partido, especialmente das seções estaduais praticamente dizimadas nas últimas eleições?”, indagou Aloysio, que acrescentou em seguida: “E o recadastramento dos militantes, indispensável à realização de prévias?”

Aloysio Nunes lembrou ainda que a Executiva Nacional “não se reuniu nenhuma vez” desde que foi eleita, no fim de maio. Para o senador, se não se organizar a tempo, o PSDB pode dar adeus à disputa pela Presidência da República. “Dessa forma, sem trabalhar direito hoje, sem formular propostas, sem organizar o partido, sem uma oposição firme agora, 2014 já era.”

Insatisfeito. No mês passado, também na rede social, o senador tucano reclamou que tanto ele quanto o ex-governador de São Paulo José Serra tinham sido ignorados nas inserções estaduais partidárias do PSDB. “Há quase uma década sem representação no Senado Federal, o PSDB paulista me ignorou na propaganda política que está no ar”, escreveu, na época. Os ataques feitos pelo senador renderam até mesmo comentários de outros tucanos. “”Nossa senhora, Aloysio Nunes botou a boca no trombone. Vai voar pena entre os tucanos!”, escreveu o ex-secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo Xico Graziano.

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