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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Nova eleição no DCE da UnP

Semana passada, eu e parte da cidade fomos acordados com uma manifestação em forma de buzinaço, no meio da madrugada, realizada pela chapa de situação na eleição do DCE da UnP.  A situação realizou a eleição apesar da proibição judicial que, inclusive, previa multa diária por desobediência e a possibilidade de intervenção judicial no Diretório.
Ontem, a eleição da semana passada foi cancelada pela justiça, que marcou para 9 de novembro o pleito para valer que escolherá a nova diretoria da instituição que representa os estudantes da UnP.
Muito barulho por quase nada.

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