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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Ministra @_mariadorosario em Natal



Desde domingo está acontecendo em Natal o Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Educação, descrito, pela assessoria, como o maior encontro de educação da América Latina. 
E hoje o evento com a presença da ministra-chefe da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário. 
Boa parte da cobertura do evento omitiu a participação da ministra em uma mesa hoje.  Apenas a Tribuna do Norte nesta matéria fala sobre a vinda de Maria do Rosário e da ministra da igualdade racial, Luiza Bairros (que veio ou não?).
Fiquei ensimesmado com a discrição da vinda da ministra Maria do Rosário.  Aliás: discrição ou omissão dos veículos de imprensa?

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