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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Mais uma prévia do documentário sobre ocupação da Câmara



Do Blog do documentário Primavera Sem Borboleta

No vídeo abaixo se mostra o momento de uma plenária onde um militante realiza um balanço das conquistas já alcançadas pelo movimento que ocupou a Câmara de Vereadores de Natal.

Passa-se no dia em que os manifestantes sofreram cárcere privado, tiveram um acordo firmado com a mediação da OAB descumprido pelos vereadores de Natal, e eram coagidos a desocupar o Palácio Padre Miguelinho para que a negociação continuasse.

Muitos falam que a ocupação da Câmara não surtiu efeitos, mas vejamos…

Antes da ocupação a imprensa mal falava sobre qualquer movimento ou apelo da sociedade contra a gestão do município. A repercussão alcançou as novas mídias digitais e as velhas,nacionalmente.

Os manifestantes conquistaram que a Câmara Municipal investigasse a prefeita por meio de uma CEI, que já mostrou diversos atos de improbidade administrativa da gestão municipal.

Além disso, o Ministério Público, em conseqüência de documentos entregues pela Prefeita como argumento para a desocupação (estaria sendo investigada pelo MP) pede em ação judicial a improbidade administrativa da Prefeita Micarla de Sousa.


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