Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Estadão fortalece processo de condenação sem provas



A condenação sem provas no tribunal de inquisição teve outras ações.

Segundo O Estadão deu a entender no título, João Dias entregou áudios à PF que reforçam a responsabilidade do ministro (PF recebe áudios que reforçam corrupção no Esporte). Ao mesmo tempo, nenhum dos áudios era novidade, uma vez que eram parte do inquérito da Operação Shaolin, na qual o próximo João Dias foi preso.

Mais importante: mesmo insinuando a responsabilidade de Orlando Silva, o texto do jornal se desmente: "Nenhum desses áudios, porém, implicam diretamente o ministro". Reforçam a tese do esquema de desvio do Programa Segundo Tempo? O próprio ministério fez a denúncia, Estadão!



O policial militar João Dias Ferreira reafirmou no depoimento que presta à Polícia Federal todas as denúncias feitas à revista Veja sobre suposto esquema de corrupção no Ministério do Esporte e também entregou áudios relacionados ao assunto aos delegados Jackson Rosalis e Fernando Sousa Oliveira, que conduzem o inquérito.

Esses áudios estariam incluídos no material que foi recolhido pela Operação Shaolin, que investigou no ano passado esquema de convênios entre ONGs e o Ministério do Esporte, muitas delas ligadas ao PCdoB, partido ao qual o PM é filiado [o PC do B já informou que o PM não é filiado].

Nenhum desses áudios, porém, implicam diretamente o ministro Orlando Silva, apontado pelo policial como mentor do esquema, mas reforça a existência desse suposto esquema de desvio de recursos na execução do Programa Segundo Tempo.

Comentários

Postagens mais visitadas