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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

DCE da UnP pode sofrer intervenção judicial

Com informações do blog de Renato Pontes

As circunstâncias que envolvem a eleição do DCE da UnP fortalecem minhas suspeitas de que há algo muito sério a se esconder na caixa-preta da instituição. Em que pese o peso político do DCE da UnP, por onde já passaram políticos em início de carreira, como o atual vereador Júlio Protásio (PSB), não consigo imaginar que somente a política justifique o descumprimento de uma decisão judicial e o risco iminente de ser objeto de uma intervenção.

Na madrugada de segunda para terça, eu que moro no centro da cidade, fui acordado por um buzinaço executado pelos partidários da chapa vencedora. O buzinaço correu a cidade, batendo nas portas das casas dos opositores, tendo terminado com uma queixa na delegacia de plantão da zona sul, na Cidade da Esperança. 


Ainda na segunda-feira a oficiala de justiça que fora designada a notificar o DCE e a Comissão Eleitoral sobre a decisão judicial que suspendia a eleição e estabelecia multa - e a abria a possibilidade para uma intervenção -, caso fosse descumprida, informou ao tribunal que deu conhecimento do inteiro teor da decisão aos mesários de todas unidades da UnP, mesmo não tendo encontrado presidente do DCE nem da Comissão Eleitoral.

Nesta quarta, o Ministério Público deu parecer favorável ao juiz acerca da intervenção na entidade estudantil. 


O que terá escondido na caixa preta do DCE da UnP que justifique tamanho desgaste?

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