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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Das asneiras políticas: José Agripino se aproxima de Dilma Rousseff?

Natal é cheio de gente especialista em ver chifres em cabeça de cavalo.  Temos um blog que se destaca nessa tarefa.
Não sendo eu um defensor do governo Dilma Rousseff (PT), evidente que há coisas que são risíveis.  Alguém já imaginou o senador José Agripino (DEM) se aproximando da presidenta da República?  Essa é uma cena inimaginável em qualquer cenário possível ou impossível.  Menos para um blog da cidade, cuja especialidade com certeza não é a análise política, mesmo que a blogueira e seus defensores achem que sim:

Apesar de justificar que se afastou da prefeita Micarla de Sousa porque ela optou por apoiar a presidente Dilma Rousseff, o senador José Agripino Maia está cada vez mais próximo do governo petista.
Há poucos dias Agripino foi recebido pelo vice-presidente Michel Temer.
Foi levado pelo deputado governista – que ele admitiu apoiar – Henrique Alves.
O que teriam conversado?
Segundo Henrique, a conversa foi sobre o apoio do DEM à candidatura do peemedebista Gabriel Chalita a prefeito de São Paulo.
Não é nada, não é nada…é uma aproximação de um governo que o DEM quer ver pelas costas.
Ou não….como diria Caetano Veloso.
Lembrei-me, de imediato, que foi o senador José Agripino quem lançou a então ministra-chefe da Casa Civil como candidata à presidência.  Talvez seja disso que fale o texto citado.

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