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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

CQC sem Rafinha Bastos

Do Blog de Maurício Stycer

Bem mais visível que a presença de Monica Iozzi na bancada do “CQC”, em substituição a Rafinha Bastos, suspenso, a maior atração do semanal da Band foi mesmo um certo Homem Picanha.

Uma rápida consulta ao Google ensina que ele é bem conhecido no circuito popularesco da TV, com passagens pelo Ratinho, Gugu e Eliana. É um sujeito que se orgulha das várias próteses de silicone já aplicadas no corpo, além das lipoaspirações feitas ao longo da vida. Também costuma dizer que namora um jogador de futebol.

Marcelo Tas prometeu, logo na abertura, que o “CQC” tinha uma revelação bombástica para fazer: “O Homem Picanha garante que tem caso com o titular, o titular, de um grande time brasileiro”. Repetiu a promessa outras duas vezes antes de a figura bizarra ser entrevistada por Oscar Filho e contar que o seu namorado é jogador do Corinthians. Incrível.

E Monica Iozzi? Bem, sobrou para a repórter improvisada na bancada fazer a única referência ao apresentador afastado dizendo: “Eu tô aqui porque o Rafinha Bastos andou tendo uma cãibra da braba na língua. A única coisa que posso dizer é chupa Rafinha!”, brincou.

Comentando um cacófato exibido no “Top 5″, Marcelo Tas advertiu a recém-chegada que ela deve tomar cuidado com o que diz ao vivo na televisão. Se houve uma segunda intenção na observação, a conclusão seria que Rafinha Bastos não teve o cuidado necessário.

Fora isso, Monica não acrescentou nada ao programa nem se comprometeu com piadas de mau gosto. Tem futuro na nova função.

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