Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#BlogProgRN e a busca do fotógrafo perdido

Há exatamente uma semana estávamos realizando o nosso debate sobre Corrupção e controle social, com a presença do cientista político Antônio Spinelli (da UFRN), Moacir Oliveira (chefe do escritório da CGU em Natal) e o promotor de justiça Emanuel Dayan (do patrimônio público).  Há exatamente uma semana tentamos descobrir quem era esse fotógrafo que a twitcam flagrou, com má qualidade de imagem.  Queríamos, ao menos, ver as fotos que fez.




Comentários

Postagens mais visitadas