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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Anistia pede que Canadá prenda George W. Bush





Do Opera Mundi


A AI (Anistia Internacional) pediu às autoridades canadenses para prender e processar judicialmente o ex-presidente norte-americano George W. Bush por crimes cometidos contra o direito internacional. Bush estará no Canadá no próximo dia 20.

O pedido está expresso em um memorando que a organização internacional de defesa dos direitos humanos enviou às autoridades canadenses no dia 21 de setembro, como anunciou nesta quarta-feira (12/10) a AI, em nota.

“O Canadá deve cumprir as suas obrigações internacionais e prender e processar judicialmente o ex-presidente Bush, dada a sua responsabilidade em crimes contra o direito internacional, incluindo tortura”, declarou Susan Lee, diretora da AI para a região das Américas.

“Como as autoridades dos Estados Unidos não levaram à Justiça, até ao momento, o ex-presidente Bush, a comunidade internacional deve intervir. Se o Canadá se abstiver de agir durante a sua visita, isso irá constituir uma violação da Convenção das Nações Unidas contra a Tortura e será uma manifestação de desprezo em face dos direitos humanos fundamentais”, salientou a representante.

As acusações estão relacionadas com um programa secreto da CIA (agência de inteligência americana), aplicado entre 2002 e 2009, que segundo a AI permitia contra os detidos o uso “de tortura e de outros tratamentos cruéis, desumanos e degradantes”.

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