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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

STF arquiva pedido de impeachment contra Gilmar Mendes

Da Folha de São Paulo

Por unanimidade, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) arquivou ontem o pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes.
A ação foi protocolada no Supremo pelo advogado Alberto de Oliveira Piovesan.
Ele recorreu ao STF contra a decisão do Senado, que arquivou o pedido de impedimento do ministro em junho.
Piovesan pedia o impeachment de Mendes porque ele teria recebido benesses de advogados, colocando em dúvida a sua "isenção" no tribunal.
O ministro foi presidente do Supremo de 2008 a 2010.
O mandado de segurança do advogado teve seguimento negado pelo relator do pedido no Supremo, ministro Ricardo Lewandowski. O caso estava parado por pedido de vista de Marco Aurélio Mello, que votou com os outros colegas.

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