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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

PT pedirá marco regulatório das comunicações

Do Estadão

A resolução política do 4º Congresso do PT, que começa amanhã, 2, e se estende até domingo, vai defender o marco regulatório da mídia. Para o secretário de Comunicação do PT, André Vargas, do Paraná, os meios de comunicação precisam ter "alguma regulação". "É uma das tarefas do PT ter iniciativa do debate do marco regulatório", afirmou Vargas. "Não tem nada de censura", garantiu.

Ele defendeu a criação de um conselho específico para os meios de comunicação. "O ideal é que os meios de comunicação aceitassem discutir isso. A sociedade tem esse direito", observou o petista. "É bom para a democracia haver um marco regulatório da mídia. Não pode ter nenhuma atividade que não tenha um conselho", defendeu o deputado João Paulo (PE), ex-prefeito de Recife.

O secretário de comunicação aproveitou para criticar a imprensa. Citou o jornal O Estado de S. Paulo que, no domingo, publicou matéria com o título "No pós-mensalão, PT estuda inchar quadro de filiados e aumentar dízimo". "O mensalão aconteceu em 2005; é um fato histórico", argumentou André Vargas.

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