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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

PT pedirá marco regulatório das comunicações

Do Estadão

A resolução política do 4º Congresso do PT, que começa amanhã, 2, e se estende até domingo, vai defender o marco regulatório da mídia. Para o secretário de Comunicação do PT, André Vargas, do Paraná, os meios de comunicação precisam ter "alguma regulação". "É uma das tarefas do PT ter iniciativa do debate do marco regulatório", afirmou Vargas. "Não tem nada de censura", garantiu.

Ele defendeu a criação de um conselho específico para os meios de comunicação. "O ideal é que os meios de comunicação aceitassem discutir isso. A sociedade tem esse direito", observou o petista. "É bom para a democracia haver um marco regulatório da mídia. Não pode ter nenhuma atividade que não tenha um conselho", defendeu o deputado João Paulo (PE), ex-prefeito de Recife.

O secretário de comunicação aproveitou para criticar a imprensa. Citou o jornal O Estado de S. Paulo que, no domingo, publicou matéria com o título "No pós-mensalão, PT estuda inchar quadro de filiados e aumentar dízimo". "O mensalão aconteceu em 2005; é um fato histórico", argumentou André Vargas.

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