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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Voucher: Procuradoria denúncia 21 sob suspeita de desvios no Turismo

Da Folha de São Paulo


O Ministério Público Federal no Amapá fez uma nova denúncia contra 21 suspeitos de desvios de recursos do Ministério do Turismo.
Desta vez, as ações são por improbidade administrativa. A procuradoria pede que eles devolvam os valores supostamente desviados.
Investigação da Polícia Federal aponta que R$ 4 milhões teriam sido desviados de convênios do Ministério do Turismo. O suposto esquema levou à prisão de mais de 30 pessoas em agosto na Operação Voucher, da PF.
A Procuradoria pede que os suspeitos tenham os direitos políticos suspensos, percam função pública, paguem multa e sejam proibidos de contratar com a administração pública e de receber benefícios fiscais.
As ações foram ajuizadas na quarta-feira, mas só foram divulgadas ontem.
No dia 30 de agosto, os 21 suspeitos já haviam sido denunciados pelo Ministério Público Federal por formação de quadrilha, falsidade ideológica, peculato (desvio praticado por servidor) e uso de falsificação de documentos. 
Entre os denunciados está Frederico da Silva Costa, ex-secretário-executivo da pasta que deixou o cargo após ser preso.
À época, a defesa dos suspeitos negou a participação deles nos desvios e afirmou que não havia provas concretas contra eles.

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