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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Pecado Capital: STJ nega habeas corpus a Rychardson de Macedo

Da Tribuna do Norte

O ministro Sebastião Reis Júnior, da 6ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou em caráter liminar o habeas corpus pedido para Rychardson e Rhandson de Macedo Bernardo. A decisão foi publicada às 12h34 desta quinta-feira no site do STJ.

Os advogados Arsênio Pimentel e Antonio Carlos pediram que o Tribunal reconhecesse a "incompetência" da 7ª vara Criminal da Comarca de Natal na prisão dos dois acusados.

No entender dos advogados, o caso é de competência da Justiça Federal de primeira instância. Para eles, a prisão dos acusados foi, por esse motivo, ilegal. O mérito da questão ainda será julgado.

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