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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Pecado Capital: Outros políticos foram citados

Há nomes de políticos sendo citados nas gravações da Operação Pecado Capital.  Além de Gilson Moura (PV), citado como responsável pelos terceirizados e prestadores de serviço que receberam falsas diárias usadas para desviar recursos do IPEM, aparece também o nome de Fábio Dantas - uma irmã dele é uma das terceirizadas que recebeu diárias.
Na gravação, Daniel Bezerra destaca que "noventa por cento" dos cinquenta e três nomes que estavam sob investigação do delegado Matias Laurentino efetivamente trabalhavam no IPEM.  Os demais não.
Fica claro também que por haver relacionamento entre os investigados e o filho do delegado, eles achavam que estariam protegidos de uma investigação mais incisiva.  Enganaram-se tanto, que chegaram a pedir a retirada do policial do caso.

Acesse os áudios no site do Ministério Público.

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