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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Hefesto: Diretor da SDE vê “indícios fortes” para cartel

Do Portal No Minuto

O diretor da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE/MJ), Diogo Thomson de Andrade, veio a Natal com uma equipe da Secretaria para acompanhar os trabalhos da Polícia Federal na Operação Hefesto e lembrou que “o cartel é uma das práticas mais recorrentes no Brasil” além de ser “a conduta mais lesiva ao consumidor”.
Ele explicou que o parecer econômico foi enviado ao Ministério Público Estadual e a Polícia Federal. “Os indícios são fortes”, comentou o diretor se referindo a possibilidade de formação de cartel por parte dos postos de combustíveis. Na argumentação dele, existe uma “coordenação entre agentes econômicos”.

Thomson disse que o “setor de combustíveis é o que apresenta maior demanda para se investigar essa prática”. Ele explica que para isso foi criado um “filtro econômico” onde ele ressalta que a investigação para Natal começou em 2009 após um período de análises de cinco anos anteriores. “Esta foi a primeira vez que Natal apresentou todos os elementos (para estar no filtro”, revelou.\

De acordo com o diretor da SDE, por mês, chegam 200 denúncias de cartel no Brasil e que, por isso, foi criado este filtro para selecionar os casos que tenham maior quantidade de indícios.

Diogo Thomson informou que uma equipe da Secretaria vai ficar em Natal até o fim da semana para ajudar na análise dos documentos e dar celeridade em outros procedimentos.

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