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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

O momento histórico da Palestina



Do UOL

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, entregou nesta sexta-feira (23) ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o pedido formal de adesão da Palestina como membro pleno na organização.
Abbas se encontrou com Ban na sede da ONU para apresentar o pedido formal ao Conselho de Segurança da entidade, que deve demorar para analisá-lo.
Se o pedido for aceito, será reconhecido o Estado palestino com as fronteiras demarcadas na faixa de Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental, que seria capital palestina. Israel rejeita essas demarcações, e nega sobretudo ceder a parte oriental de Jerusalém, que considera sua capital -- a comunidade internacional jamais reconheceu essa posição. Ao lado dos israelenses, os Estados Unidos também trabalham para barrar a iniciativa palestina.

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