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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

#NatalemChamas: Polícia libera suspeitos de ataques


A polícia potiguar liberou na madrugada deste sábado (17) os três homens que haviam sido detidos sob suspeita de participação nos ataques aos ônibus ocorridos na tarde desta sexta-feira (16) em Natal. Os três, cujas identididades serão preservadas, foram detidos pela Polícia Militar para averiguação minutos após o início da onda de ataques.
"Esses homens foram detidos pela polícia porque estavam transportando galões com combustíveis em horário e locais próximos aos ataques. Passamos boa parte da noite desta sexta e da madrugada deste sábado verificando os álibis deles, e todos baterem", disse a delegada Sheila Almeida, da Divisão Especializada em Investigações e Combate ao Crime Organziado (Deicor).

Sheila Almeida, que foi designada para investigar a origem da onda de ataques aos ônibus, preferiu não adiantar se uma relação entre os atentados e a rebelião ocorrida na quarta-feira (14) no presídio de Alcaçuz, em Nísia Floresta.

"Não descartamos essa, nem qualquer hipótese. Ainda está muito cedo para avaliar o que ocorreu ontem e afirmar de onde veio a ordem para que os ataques fossem feitos. O que posso garantir é que a polícia está investigando e que esperamos muito em breve dar a resposta à sociedade", falou Sheila Almeida.

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