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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#NatalemChamas: Polícia libera suspeitos de ataques


A polícia potiguar liberou na madrugada deste sábado (17) os três homens que haviam sido detidos sob suspeita de participação nos ataques aos ônibus ocorridos na tarde desta sexta-feira (16) em Natal. Os três, cujas identididades serão preservadas, foram detidos pela Polícia Militar para averiguação minutos após o início da onda de ataques.
"Esses homens foram detidos pela polícia porque estavam transportando galões com combustíveis em horário e locais próximos aos ataques. Passamos boa parte da noite desta sexta e da madrugada deste sábado verificando os álibis deles, e todos baterem", disse a delegada Sheila Almeida, da Divisão Especializada em Investigações e Combate ao Crime Organziado (Deicor).

Sheila Almeida, que foi designada para investigar a origem da onda de ataques aos ônibus, preferiu não adiantar se uma relação entre os atentados e a rebelião ocorrida na quarta-feira (14) no presídio de Alcaçuz, em Nísia Floresta.

"Não descartamos essa, nem qualquer hipótese. Ainda está muito cedo para avaliar o que ocorreu ontem e afirmar de onde veio a ordem para que os ataques fossem feitos. O que posso garantir é que a polícia está investigando e que esperamos muito em breve dar a resposta à sociedade", falou Sheila Almeida.

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