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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#NatalemChamas e a PM encontra explosivos a 111 km da capital

A PM encontrou uma enorme quantidade de explosivos a 111 km da capital, em São José do Campestre, de posse do carioca Anderson Cleiton Batista de Oliveira, 27 anos.
Fruto de uma denúncia anônima, foram apreendidos 90kg de pólvora vermelha, 30 kg de chumbo divididos em pacotes de 5kg, 155 tubos contendo pólvora negra, 15 caixas de espoleta, 50 munições calibre 36 vazias, além de R$ 3.800 em espécie, e um veículo Montana prata de placa MNB 4626.

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