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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Miss Leila Lopes e o racismo no Facebook

Por Alexandra Peixoto
No Blog da Maria Frô

Envio um printscreen  de um comentário racista no Facebook sobre a Miss Leila Lopes.
O autor se chama Marco Antônio Arcoverde Cals, mora no Rio de Janeiro e se acha engraçadinho. Mas na verdade ele comete o crime de racismo.
No mínimo, pretendo fazer esse cara sumir do Facebook, para não mais ficar vomitando seus preconceitos torpes.
Encaminharei essa imagem também para os núcleos de defesa da mulher e do movimento negro.

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Comentários

  1. Além de RACISTA ainda é COVARDE. Por que não mantém o mesmo perfil com a mesma foto, RACISTA!!!

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