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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Líbia: Empresas chinesas negociaram armas com Gaddafi

Do UOL

O Governo da China reconheceu nesta segunda-feira que empresas de armas de seu país tiveram contatos em julho passado com representantes do deposto líder líbio Muammar Gaddafi para provisão de armamento nas semanas prévias à tomada de Trípoli, embora tenha dito que foram feitos sem seu conhecimento."Após haver realizado algumas verificações, comprovamos que o regime de Gaddafi enviou a sua gente à China para manter contatos com certos indivíduos de empresas chinesas em julho, sem conhecimento do Governo", reconheceu em entrevista coletiva a porta-voz de turno da Chancelaria chinesa, Jiang Yu.

As empresas chinesas "não assinaram nenhum contrato de comércio de armamento da Líbia nem forneceram exportações militares à Líbia", acrescentou a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores.

No entanto, Jiang não esclareceu à imprensa como um encontro entre ambas as partes pôde ser realizado sem que o Governo soubesse.

O jornal americano "The New York Times" publicou que empresas chinesas ofereceram a Gaddafi armas e munição antes da tomada de Trípoli, segundo alguns documentos do regime líbio encontrados por um jornalista canadense e que, segundo os rebeldes, são autênticos.

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