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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#HomofobiaNao: Depois de @jeanwyllys_real, @EleicoesHoje é alvo de ameaças


Do site Eleições Hoje


Após a denúncia que o nosso site fez contra uma comunidade do Orkut que ameaçava de morte o Deputado Federal Jean Wyllys (PSOL),  a notícia se espalhou e começou a ser denunciada em alguns portais da internet como foi o caso do UOL. Como resultado, hoje, dois perfis do Twitter iniciaram um série de ameaças para tentar intimidar nossa equipe.
O perfil ainda apresenta o que seria um site onde repete as mesmas ameaças feitas a Jean Wyllys e a comunidade LGBT em geral.

Perfil também apresenta cunho racista e fundamentalismo radical
O perfil do Twitter que ameaçou o Eleições Hoje e o Deputado Federal Jean Wyllys pode estar ligado a grupos radicais, como neo-nazistas. O motivo é que não só LGBTs são alvos da fúria do grupo, também mulheres e negros, como pode ser observado na imagem abaixo:
Muitas das mensagens postadas também tem caráter fundamentalista religioso, citando passagens bíblicas para justificar a morte de LGBTs:
Os alvos principais dos ataques do intimidador (que por sinal não sabe muito bem português) são principalmente os LGBTs, mas sobra ódio para negros, mulheres (que ele acusa de feministas), judeus e até a Rede Globo. 
E aí Ministério Público, quer mais?

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