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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Prefeita defende Enildo Alves


Com a crise gerada por duas operações policiais que bateram às portas de seu gabinete, a prefeita Micarla de Sousa dá provas que não tem, mesmo, juízo ou uma boa assessoria.
“Sou solidária ao meu líder Enildo. Posso dizer que ele é uma pessoa de bem, sempre correto, um parceiro corajoso, por isso eu externo minha solidariedade a Enildo”, disse a borboleta.
Enildo, acusado pelo Ministério Público de fazer parte dos apoiadores políticos do cartel dos combustíveis, “sempre foi um homem trabalhador. Além de vereador é professor da UFRN e médico; um profissional atuante e não um político profissional. O que tenho a dizer de Enildo é que ele é uma pessoa de bem, com quem eu sempre pude contar”, declarou a prefeita.
De bem?  Ok.
Precisa falar mais alguma coisa?  Você confia mais em Micarla ou no MP, em José Augusto Peres?

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