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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Por falta de recursos garantidos, Conferência da Juventude sofre mudança

Evidentemente o poder público municipal teme os instrumentos de controle social.  No debate que realizamos na quinta-feira (08/09) muito foi falado sobre a inatividade de vários conselhos e as dificuldades em se realizar as conferências setoriais.  A maior parte delas é feita porque o governo federal obriga para que recursos possam ser garantidos à municipalidade.  Parece o caso da Juventude.
Imagino o medo que a gestão Micarla tem, nesse momento, de uma Conferência Municipal de Juventude. A Conferência foi convocada para segunda e terça que vem.  A mesma juventude que foi às ruas contra a prefeita se reunirá para discutir políticas públicas para a cidade.  Resultado?  Cortaram o recurso.
Pela manhã surgiu a informação que a Secretaria de Esporte, Lazer e Copa 2014 havia suspendido o recurso que estava garantido para a realização do evento.  Que ficou sob ameaça.
Restava a luta por garantir recurso da Funcarte (aquela mesma que não consegue pagar os cachês dos artistas).  A Funcarte garantiu o recurso, mas a Conferência, prevista para dois dias, acontecerá em um, apenas na terça-feira.  Talvez apenas durante quatro horas.
Micarla tem medo do povo, das Conferências e do controle social estabelecido.  Isso desde o começo da gestão quando, num dos primeiros passos da gestão rumo ao abismo, desobedeceu um Conselho - o de Saúde - e renovou os contratos com as cooperativas médicas.

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