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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: O direito de resposta de @paulodavim

A jornalista Kallyna Kelly publicou um "Direito de Resposta" da Assessoria de Imprensa do senador Paulo Davim (PV/RN). Novamente a assessoria se posiciona de maneira bastante inadequada ao evitar responder à questão de fundo, como fez o próprio senador, e tentar desqualificar o trabalho da blogueira que, somente, publicou as informações que estavam no Diário Oficial do Município em quatro ocasiões. O contrato estava sendo renovado pela terceira vez e se estava no DOM, alguém pode tentar me explicar porque a blogueira pode ser acusada de fazer uma "matéria falaciosa e sem apuração adequada".

Senador, sua assessoria jogou contra duas vezes nesse episódio.
O referido apartamento citado na sua matéria, situado no Edifício Dão Silveira, em Lagoa Seca, nunca foi alugado à Prefeitura de Natal, uma vez que era a residência da família Davim e sequer os pertence mais, uma vez que foi vendido.
 Seguindo os bons ditames das regras do jornalismo sério e democrático, a veiculação de uma matéria sempre deve ter os dois lados. Em nenhum momento você procurou a Assessoria de Imprensa do senador Paulo Davim, ou o próprio senador, para averiguar a veracidade do que você considera “denúncia grave” e ouvir qualquer explicação ou esclarecimento dos fatos como eles realmente são.
 O senador Paulo Davim nunca se negou a dar entrevista a quem quer que o procure, tem atuação respeitosa no Senado Federal e uma trajetória política que mostra claramente sua lisura com a coisa pública. “Grave” é a veiculação unilateral de uma matéria falaciosa e sem apuração adequada, que afeta a honradez de um homem político que jamais em todos os anos de atuação política teve seu nome envolvido em denúncias vazias e irresponsáveis.
Assessoria de Imprensa do Senador Paulo Davim.

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