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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: No casulo de Nazaré

Por Fábio de Silva
No Diário do Tempo

Mais um excelente texto Sérgio. Acho a atitude da prefeita bastante sensata e fiel a toda a sua administração. Bom, o fato é que o Beco é um local de formadores de opinião e consequentemente, pessoas que vêem e criticam ferozmente essa desastrosa administração municipal. Como foi citada antes, a pior já vista em terras de Poti. Outro dia, fui contigo almoçar lá no bar de Nazaré, local de culinária caseira/popular justa e de cerveja sempre gelada, porém me senti como em um casulo, pois, os ventos alísios que lambe o beco, suas vielas e calçadas, não pude mais sentir. Graças a insensatez da prefeita e seus asseclas ao proibir mesas e cadeiras nas calçadas e ruas. Não acredito que se possa fazer mais mal a cidade que já foi feito, será? Vamos ao menos respeitar a história, as tradições e os locais. Vale o velho dito clichê: se não pode ajudar, não atrapalhe. O prefeita, vamos rever decisões que vão contra o interesse público, como essa, a do bar da meladinha e tantas outras, até porque, a senhora está nesse cargo, graças a democracia e ao grande número de eleitores que tivestes. Viva o beco e o deixe viver!!!

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