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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla move ação e Carlos Eduardo reafirma adjetivos contra ela

Por Dinarte Assunção
No Portal No Minuto

Requerido numa representação criminal movida pela prefeita Micarla de Sousa (PV), na qual o acusa de injúria e difamação, o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT) partiu em retaliação e afirmou ao Nominuto que “se ela quer me processar deverá fazer o mesmo com Natal inteira”.
Na representação criminal nº 0124558-29.2011.8.20.0001, autuada em 05 de setembro e distribuída para a 7ª Vara Criminal, do juiz José Armando Ponte, a prefeita Micarla de Sousa reúne na acusação contra o ex-colega calúnia, difamação e injúria. A reportagem tentou apurar detalhes do caso com a assessoria de comunicação da chefe de Executivo, mas não conseguiu êxito.

De acordo com Carlos Eduardo, Micarla pede indenização de R$ 50 mil. Ele diz confiar que a Justiça não o condenará, “porque eu estou me baseando numa realidade que está posta e pronto para reafirmar que a gestora Micarla de Sousa é irresponsável e incompetente”, disse.

Carlos Eduardo diz que a crítica foi à administração e não pessoal. “Não disse nada de pessoal. A crítica foi à prefeita incompetente. Não vejo razão para ser processado. Ela terá que fazer o mesmo, então, com Natal inteira”, disparou.

Carlos justificou os adjetivos empregados contra a atual prefeita da cidade alegando que “primeiro ela acabou com serviços básicos da capital, depois atrasou os programas sociais e deixou que os buracos se alastrassem pela cidade”.

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