Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Escolhendo repórter com quem queria falar, Edivan nega mensalão

Segundo publicaram os jornalistas Alisson Almeida e Dinarte Assunção, temeroso de ser pressionado pelos dois, Edivan Martins (PV) exigiu que falaria apenas com Marília Rocha - nem daria declaração a Alisson nem a Dinarte.


Portal No Minuto

O presidente da Câmara Municipal de Natal, Edivan Martins (PV) se pronunciou sobre a matéria veiculada no Nominuto.com nesta quinta-feira (8) em que o vereador Fernando Lucena (PT) acusa o "sistema" da Câmara de recebimento de pagamento mensal, o mensalão, em um esquema que seria pago através de um convênio com a Prefeitura do Natal. Para Edivan, as declarações do vereador foram dadas num momento de “debate acalourado” e justificou o uso do nome “mensalão” como provocação ao vereador Júlio Protásio (PSB) que comentou o caso de mensalão do Partido dos Vereadores (PT). “Essa declaração do vereador Lucena foi dada em um momento de um debate acalourado na Casa depois que o vereador Júlio se referiu ao mensalão do PT. Nenhum vereador aqui recebe dinheiro de executivo, de prefeito nem prefeita, nem existem acordos”, argumenta.

A defesa de Edivan Martins (PT) de que não existe “mensalão” na Câmara Municipal de Natal foi usada também na declaração de Ney Lopes Júnior, de que na base parlamentar existem indicações de cargos na Prefeitura e vice-versa. “Não é uma questão de troca, mas em todos os órgãos públicos no poder judiciário, legislativo há uma relação institucional. Essa é uma praxe administrativa alicerçada pela relação institucional”, defende o vereador.

Edivan Martins (PV) disse ainda que conversou com Fernando Lucena (PT) e que ele já se “arrependeu” do que disse e que comentou que havia falado em um momento de “explosão”.

Comentários

Postagens mais visitadas