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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Endereço dado por @paulodavim corresponde ao informado pela SEMTAS

Em entrevista ao jornalista Alisson Almeida, no Portal No Minuto, o senador Paulo Davim (PV/RN) informou que um erro do Diário Oficial do Município (reiterado desde 2009) atribuiu ao seu endereço residencial o aluguel, realmente existente, de imóvel em rua próxima - do qual sua esposa é uma das proprietárias.  O imóvel teria abrigado uma clínica, a Natalis, e fica localizado na rua Tenente Brandão, em Lagoa Seca.
Esse é o endereço em que funciona o NAMSE (Núcleo de Atividades para Medidas Socioeducativas), da Secretária de Trabalho e Ação Social da prefeitura, segundo informação repassada a Kallyna Kelly pela secretária-adjunta Verônica Dantas.
Nesse caso, pelo que se configura, o grande erro de comunicação do senador Paulo Davim (PV) foi desqualificar a denúncia e permitir que sua assessoria respondesse de maneira apressada e impensada.
Pelo visto, restará a questão ética sobre alugar um imóvel - mais um - a um correligionário ou apoiador.  O valor pago não é o mesmo que Haroldo Azevedo recebe pelo Novotel, mas será que foi feita uma licitação ou tomada de preços?  Qual foi o critério utilizado para a escolha desse imóvel?
Se houve um erro do Diário Oficial, como pôde se repetir por três anos?

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