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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Deve ser porque o Buraco da Catita fatura mais que o Versailles

Por Ilana Félix
No Blog Pot-Pourri

Acabo de chegar de audiência que tentou conciliar a ação civil pública impretrada pela Promotoria de Meio Ambiente, cuja titular é Dra. Rossana Sudário, contra o estabelecimento Versailles. Fui como convidada da promotoria, haja vista a minha residência ser próxima e muito afetada com as irregularidades já demonstradas em fotos praticadas pela empresa citada.
Já citei aqui, a minha admiração em como a Prefeitura do Natal é ágil em fechar certos estabelecimentos e camarada com outros, que apesar de não terem licença ambiental de operação, pasmem, ainda conseguem autorização para fechar a via e colocar tendas.

A audiência foi hilária. Foi dito pelo causídico do Versailles que seu estacionamento hoje atende à legislação municipal e ainda sobram 4 vagas. Para resolver a irregularidade que faziam comumente de utilizar a via pública como baia de manobras do lado da marquise do estabelecimento, construíram uma nova baia, de dimensões ínfimas para a demanda e, o que é melhor, totalmente em cima do passeio público, mais conhecido por CALÇADA.



Uma dos motivos do fechamento dos botecos do Beco da Lama foi a falta de licença, o Versailles também tem o mesmo problema. Outro, foi o uso do passeio público com cadeiras, mesas, etc. O Versailles tambem usa para fazer uma baia para desembarque. Ainda continuo perguntando, por que a prefeitura não fecha o citado estabelecimento?

O minimo alento é que o caso está, felizmente, com autoridade de absoluta competência para lhe dar com empresários que só pensam em $$$$.

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