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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Aprovação da prefeita melhora em pesquisa

Desde ontem que eu queria ter escrito sobre isso, mas não tive oportunidade.  Segundo a coluna de Daniele Freire no Jornal de Hoje da quinta-feira, pesquisas feitas para consumo interno revelaram melhora dos indicadores de aprovação da gestão municipal.  Segundo Daniele, a melhora foi significativa.
Sem levar em conta a dificuldade em crer em pesquisas que são feitas para consumo interno, que não têm dados revelados e cujas informações destacadas são vazadas pelos grupos diretamente interessados, outra coisa mais interessante me chamou a atenção.
Segundo Daniele, a melhora significativa foi de seis pontos.  Exatamente isso: a prefeitura comemorou uma melhora significativa de seis pontos na avaliação da prefeita.  Agora, certamente, Micarla pode disputar a eleição com chances de vitória real, afinal seu índice de desaprovação melhorou significativamente, caindo de algo em torno de 90% para algo próximo a 80%.
Todas essas, certamente, são ótimas notícias para Micarla.  Ela tem apenas que reverter 50% de desaprovação no próximo ano.  Afinal, é preciso ter no máximo 30% de rejeição para poder disputar de verdade uma eleição.  Nenhum candidato com 40% de rejeição tem chances de ser eleito.

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