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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Dúvidas sobre o pecado capital

A cobertura midiática da Operação Pecado Capital me deixa com algumas dúvidas:

1) Chamou-me atenção o fato de o No Minuto, que sempre dá um show na cobertura online, ter perdido feio na cobertura para espaços como a Tribuna;
2) Chamou também a atenção do porquê apenas o nome de Gilson Moura (PV) é referido como citado, se há pelo menos o nome de Fábio Dantas (PHS) como outro político citado diretamente;
3) Ninguém ainda explicou quem são Fernando e Lauro - "que não estão mais no governo" -, referidos por Rychardson em uma das ligações.

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