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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Apenas mais uma de amor, né @alexmedeiros59?

Os mal-entendidos ou as informações incompletas sempre geram motivos para guerras.  Ainda mais se há elementos anteriormente postos que isso justifiquem.
Uma série de mal-entendidos neste sábado fizeram muita gente, inclusive eu, acreditar que Maria Luiza, filha de meu irmão Camilo, estava em estado com alguma gravidade, necessitando de doação de sangue.  Camilo foi surpreendido ao ver a campanha pelo twitter de doação.
Sua filha está internada se recuperando de uma infecção com rotavírus.  E o hospital Varela Santiago estimula doação em favor de outras crianças ali internadas.  Isso gerou algum mal-entendido e eu alertei pelo twitter que é preciso mais cuidado ao se propor questões assim na Internet.  Camilo me disse que quase pira quando as pessoas ligaram para ele para saber da gravidade da doença da filha e ele não sabia de nada.


Aí, como consequência disso tudo, meu grande amigo sapecou as seguintes (e outras, que prefiro não publicar):



Aceito sugestões.  Tenho todas as agressões sofridas por mim este ano printadas e clipadas.  Devo recorrer ao judiciário sobre as ofensas?  Ou apenas continuo expondo aqui no blog?
Houve quem me acusasse de caluniador.  Se quem fez isso tivesse ligado para Camilo, no mínimo o estresse comigo teria sido poupado.





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