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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

@alexmedeiros59 e as tentativas de intimidação

A troco de que um jornalista da taba tentaria intimidar dessa forma?  Se o que eu tenho repetido é apenas o que está referido nos áudios divulgados pelo ministério público e na própria petição?  O que significa essa ameaça?


Não há o que começar a identificar.  Reitero que meu blog é público, aberto, e os questionamentos todos foram feitos por aqui.  
Prometo não voltar a dar espaço a Alex Medeiros aqui nesse blog.  Acho que ele gosta de minha audiência.  Mas não deixarei de documentar suas agressões e questionar o que ainda não tiver resposta nas Operações Pecado Capital e Hefesto.

Comentários

  1. Caro Daniel,

    Realmente, certos cidadãos, que se põem acima do bem e do mal, mas calam diante de denúncias contra certos elementos togados e outros da banda podre da nossa política, só merecem uma coisa: indiferença.

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