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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

#VoltaGil: Para ministra Ana de Hollanda, José Sarney é ‘defensor nº 1 da Cultura’


Notícias assim só me fazer ter o desejo de ter Gil de volta, com todo respeito a Chico Buarque e seu pai, Sérgio Buarque de Hollanda.  Entre suas filhas, prefiro a voz de Miúcha:

Do Sul 21:

Referindo-se ao presidente do Senado, José Sarney, como “o defensor número um da cultura”, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, entregou uma “pauta da cultura” nesta quarta-feira (10). Os elogios foram feitos em visita com a intenção de pressionar a votação da nova Lei para a produção audiovisual e que cria marco legal para serviços de televisão por assinatura. A expectativa é de que o projeto entre na pauta nesta quinta-feira (11), segundo informou Sarney.

Segundo Hollanda, a previsão de cotas para a produção nacional e regional na programação das operadoras é a principal demanda do setor audiovisual brasileiro. “Acredito que a grande maioria (dos parlamentares) está a favor”, declarou a respeito da disputa de interesses que cercam a matéria, esclarecendo tratar-se “de uma cota muito pequena”.

Para Ana de Hollanda, não se trata de uma interferência invasiva do Estado, uma vez que haverá liberdade para que o mercado trabalhe com toda a oferta disponível. Mas para uma produção nacional atualmente abundante em várias áreas, faltam, em sua opinião, formas de veiculação. “A TV hoje em dia é o grande meio. É preciso que se conheça a nossa linguagem, a nossa cultura, diferente da do mundo estrangeiro. É bom que o brasileiro conheça sua diversidade”, apontou, ao comparar que na música há espaço, reconhecimento e identificação da população com a produção brasileira.

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