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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#VoltaGil: Para ministra Ana de Hollanda, José Sarney é ‘defensor nº 1 da Cultura’


Notícias assim só me fazer ter o desejo de ter Gil de volta, com todo respeito a Chico Buarque e seu pai, Sérgio Buarque de Hollanda.  Entre suas filhas, prefiro a voz de Miúcha:

Do Sul 21:

Referindo-se ao presidente do Senado, José Sarney, como “o defensor número um da cultura”, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, entregou uma “pauta da cultura” nesta quarta-feira (10). Os elogios foram feitos em visita com a intenção de pressionar a votação da nova Lei para a produção audiovisual e que cria marco legal para serviços de televisão por assinatura. A expectativa é de que o projeto entre na pauta nesta quinta-feira (11), segundo informou Sarney.

Segundo Hollanda, a previsão de cotas para a produção nacional e regional na programação das operadoras é a principal demanda do setor audiovisual brasileiro. “Acredito que a grande maioria (dos parlamentares) está a favor”, declarou a respeito da disputa de interesses que cercam a matéria, esclarecendo tratar-se “de uma cota muito pequena”.

Para Ana de Hollanda, não se trata de uma interferência invasiva do Estado, uma vez que haverá liberdade para que o mercado trabalhe com toda a oferta disponível. Mas para uma produção nacional atualmente abundante em várias áreas, faltam, em sua opinião, formas de veiculação. “A TV hoje em dia é o grande meio. É preciso que se conheça a nossa linguagem, a nossa cultura, diferente da do mundo estrangeiro. É bom que o brasileiro conheça sua diversidade”, apontou, ao comparar que na música há espaço, reconhecimento e identificação da população com a produção brasileira.

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