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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Reinaldo Azevedo antecipa defesa da #VejaInvaders

Do Brasil 247

O blogueiro Reinaldo Azevedo acaba de antecipar a estratégia de defesa da Abril no caso Veja/Dirceu. Leia abaixo seus argumentos:

Dirceu deveria ser mais prudente ao fazer as suas acusações, não é? O que ele esperava? Que se achasse normal que um “consultor de empresas privadas” mantivesse uma intensa rotina de reuniões com a cúpula do governo e com o presidente da maior empresa estatal do país, tudo em seu “gabinete” clandestino em um hotel, com uma fartura de imagens? Corredores de hotel não caracterizam exatamente um lugar privado. Ninguém está impedido de sacar um celular por exemplo. E a reportagem de VEJA pode não ter sido a única a se interessar por aquela rotina buliçosa de cabeças estreladas. Sabem como é… Homens de preto sempre chamam a atenção… Às vezes, a indignação é só uma filha bastarda de uma versão insustentável.

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