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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Vaucher: escândalo pode prejudicar planos de Henrique Alves


Do Embolando Palavras:

O líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), usou o Twitter para comentar a “Operação Vauche”, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (9) e que levou à prisão de 38 pessoas ligadas ao Ministério do Turismo. O grupo é suspeito de desviar recursos públicos por meio de emendas parlamentares. Entre os detidos, está o secretário-executivo da pasta, Frederico Silva da Costa, indicado para o cargo pelo parlamentar potiguar.
Henrique afirmou que o ministro Pedro Novais “é mais uma vítima desse processo” e observou que “as denúncias referem-se a um convênio que se originou em 2009”.
“Na reunião dos líderes ainda avaliamos a ação policial que envolveu o Ministério do Turismo. Conversei com o ministro Pedro Novais que estará amanhã na Câmara. O ministro está absolutamente tranquilo”, escreveu o líder do PMDB.


Escândalo pode prejudicar planos de Henrique Alves

O Embolando antecipou ontem a notícia que jornais deram, com mais detalhes, hoje: Frederico Silva da Costa, secretário-executivo do Ministério do Turismo, preso ontem pela Polícia Federal na Operação Vaucher, foi indicado para o cargo pelo deputado federal Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara.
A Folha de S. Paulo informa que quando o deputado maranhense Pedro Novais foi nomeado ministro do Turismo, Frederico “foi alçado ao cargo de secretário-executivo apadrinhado pelo líder do partido, Henrique Eduardo Alves (RN).”
No “Brasília, Urgente”, Luis Fausto conta que Frederico despachava ao menos três vezes por semana, no final da tarde, com Francisco Bruzzi, espécie de eminência parda da liderança do PMDB na Câmara. As relações entre os dois estão sob investigação da PF, que pode estabelecer ligação do PMDB com as irregularidades.
A Operação Vaucher foi deflagrada ontem pela PF e resultou na prisão de 38 pessoas ligadas ao pasta do Turismo, acusadas de desviar recursos públicos através de emendas parlamentares. O caso tem potencial para prejudicar os planos de Henrique Alves. O peemedebista pretende ser presidente da Câmara e, segundo se comenta nos bastidores políticos do RN, analisa a possibilidade se candidatar a senador ou a governador em 2014.

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