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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

O neurocientista e a fina flor da extrema direita natalense


O neurocientista Sidarta Ribeiro se transformou em ídolo para os representantes da fina flor da extrema direita de Natal. O motivo: transformou o fim da parceria científica com Miguel Nicolelis, neurocientista brasileiro, diretor do Centro de Neurociência da Universidade Duke (Carolina do Norte, EUA) e único pesquisador brasileiro capa da revista Science, em um espetáculo midiático sensacionalista.
Nicolelis virou o alvo dos ataques dos reacionários da taba em virtude do seu engajamento político e das críticas públicas que fez (e continua fazendo) à decadente classe política potiguar e ao jornalismo de esgoto que se pratica em Natal.

Sidarta Ribeiro ainda não explicou por que disse à Folha de São Paulo que os equipamentos devolvidos pelo Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), dirigido por Miguel Nicolelis, para a UFRN somavam R$ 6 milhões, quando, na verdade, totalizavam só R$ 232 mil. Nem disse nada quando a Finep informou à FSP que o valor de todos os equipamentos instalados no IINN-ELS era de R$ 3 milhões.
Enquanto não se explica, Sidarta Ribeiro bate bola pelo Twitter com o colunista que não tem coragem de mostrar o contracheque e o filho do ex-presidente da Fiern filiado ao DEM.


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