Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Londres em chamas: Polícia prende embaixadora das Olimpíadas 2012

Reprodução/The Sun

Do UOL:

Embaixadora dos Jogos Olímpicos de Londres-2012, a jovem Chelsea Ives, de 18 anos, foi acusada de participar de atos de vandalismo na série de distúrbios ocorridos na capital inglesa e acabou reconhecida pelos próprios pais em imagem na qual depredou um carro de polícia.
Os pais da garota estavam assistindo às imagens dos ataques em Londres quando se depararam com a filha depredando um carro de polícia. Quando ela chegou em casa, a mãe Adrienne e o pai Roger a denunciaram aos policiais.
“Eu não me arrependo e faria novamente. Eu amo minha filha, mas ela foi criada para saber o que é certo e o que é errado”, afirmou Adrienne, mãe da jovem ao jornal inglês The Sun.

Chelsea Ives faz parte de um grupo selecionado de jovens em Londres que foram escolhidos como embaixadores dos Jogos Olímpicos de 2012. O grupo foi criado para representar o orgulho da capital inglesa e para receber oficialmente aos visitantes.
“Nós estávamos assistindo ao tumulto. Foi revoltante. Foi quando nós a vimos. Diria que ficamos chocados”, explicou a mãe da jovem.
Os ataques têm ocorrido em Londres desde o último fim de semana e já causaram as prisões de mais de 1.051 pessoas, a maior parte com menos de 18 anos, segundo a polícia inglesa.
“Não apenas por nós sabermos que era a nossa filha. Ela está estudando em nível A, é uma boa esportista e grande cantora – uma bela, criativa e talentosa criança. Nós a amamos. Mas olhe o que ela fez. Esses distúrbios têm custado às pessoas os seus empregos e até vidas. Estamos entrando no inferno”, lamentou a mãe de Chelsea.
A garota foi levada em custódia pela polícia e teve de passar a noite no magistrado de Westminster. Ela negou ter participado dos atos de violência, roubos nas lojas Phones 4U e Vodafone e também dos danos causados em um carro de polícia.
“Houve muito choro. Ela não tentou evitar que telefonássemos para a polícia, ela sabia que não tinha jeito. Foi devastador quando ela estava sendo levada. Eu não quero que minha filha vá para a prisão. Mas faríamos isso novamente”, afirma o pai Roger.

Comentários

Postagens mais visitadas