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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Jabá ou lanterninha verde?

Passei vários dias lendo críticas nada amistosas sobre o lançamento de Lanterna Verde nos cinemas americanos.
Textos como esse do Terra falavam de bilheteria fraca nos cinemas norte-americanos.  No dia do lançamento do filme no Brasil, os textos negativos se multiplicaram, inclusive sobre sua qualidade.  O UOL informa que o filme rendeu menos dinheiro que esperavam os produtores, ainda que tenha garantido uma continuação: O filme faturou nos Estados Unidos apenas US$ 114 milhões. Comparado com outros heróis saídos dos quadrinhos, o fraco desempenho de "Lanterna Verde" diverte seus inimigos.
Além de ter me feito repensar se eu devo ou não assistir o filme, esses relatos me chamaram a atenção porque houve jornalista falando coisa diferente.  O Lanterna foi objeto de mais de um texto desse jornalista e no último foi qualificado como o super-herói que dominou as bilheterias norte-americanas.
Antes que a surpresa foi absorvida encontrei no mesmo site um anúncio da Rede Cinemark, estrelado pelo Lanterna:



Quem exibe um filme em anúncio publicitário em seu site pode usar o espaço para falar mal dele?

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