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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#HomofobiaNao:Jovem é agredido no Rio após ser confundido com homossexual

Do UOL:

Um jovem que não teve o nome divulgado disse ter sido agredido por um grupo de rapazes ao ser confundido com um homossexual, no final da manhã desta quinta-feira, na avenida Gomes Freire, no centro do Rio.
Segundo a Polícia Civil, ele tentou registrar queixa na delegacia local, mas foi levado ao hospital municipal Souza Aguiar (centro) porque estava muito machucado. Aos policiais, disse que apanhou por pensarem que ele era gay.

"Foi informado que ele veio aqui machucado e foi orientado a primeiro procurar atendimento médico para poder não ter um problema maior. Eu não tenho ainda uma informação precisa acerca da natureza da agressão para ter pista sobre o paradeiro dos criminosos", disse o delegado titular da 5ª DP (Mem de Sá), Alcides Alves Pereira.
Ainda segundo o delegado, antes da agressão o jovem já tinha ido à delegacia para registrar perda de documentos. Em seguida, quando ele seguia rumo ao trabalho, na rua Uruguaiana, foi surpreendido pelos agressores.
A reportagem tentou contato com a Secretaria Municipal de Saúde, mas ainda não obteve retorno sobre o estado de saúde do jovem. Até as 14h30, ele ainda não tinha retornado à delegacia para registrar a ocorrência.

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