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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#HomofobiaNao: @jeanwyllys_real em aula magna do curso de direito em Natal

Na manhã desta sexta-feira (12), a partir das 9 h, no Auditório da Reitoria da UFRN, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) participará da aula magna do curso de direito da instituição.  A promoção é do Centro Acadêmico Amaro Cavalcanti (CAAC).

Jean Wyllys vai tratar do tema “Os direitos da comunidade LGBT e os avanços dos Tribunais brasileiros”.

Além do deputado, participa do evento José Humberto de Góes Junior, mestre em Direitos Humanos pela UFPB e doutorando na Universidade de Brasília, que compartilhará de sua experiência como Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Aracaju/SE, bem como Secretário da Comissão Especial dos Direitos da Criança, do Adolescente e do Idoso, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

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