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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Gleisi considera opinião de #EjectJobim 'irrelevante'

Do UOL:



A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, considera "irrelevante" a opinião do ministro Nelson Jobim a respeito dela.
Conforme publicou a coluna de Mônica Bergamo, na edição desta quinta-feira da Folha, Jobim afirmou à revista "Piauí" que a discussão da liberação de documentos sigilosos do Estado tem sido mal conduzida pela equipe da presidente Dilma Rousseff.
E criticou as ministras Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, e Gleisi. "É muita trapalhada, a Ideli é muito fraquinha e Gleisi nem sequer conhece Brasília."

A ministra não quer entrar em polêmica com o colega e preferiu ignorar suas críticas. "Isso é irrelevante", disse ela ao conhecer o conteúdo da reportagem, de acordo com sua assessoria.
Lula Marques - 13.jun.2011/Folhapress
Jobim atacou o núcleo do governo Dilma ao criticar Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil; atrás)
Jobim ataca o núcleo do governo Dilma ao criticar Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil)
As críticas às ministras escolhidas recentemente pela presidente Dilma Rousseff acontece pouco após Jobim ter revelado, em entrevista ao programa "Poder e Política - Entrevista", produzido em parceria pela Folha e pelo UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita aFolha), que votou em José Serra (PSDB) na eleição presidencial de 2010 (veja trecho em vídeo abaixo).
A declaração de Jobim irritou a presidente, que cogitou demitir Jobim, mas preferiu não fazer isso já. No governo avalia-se que, se o ministro tivesse pedido demissão, ela teria aceito na hora.

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