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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Geddel compara prisões a caso Strauss-Khan

Alisson Almeida destacou a fala de Geddel Vieira Lima sobre o escândalo do Ministério Turismo, comparando-o ao caso do ex-diretor-gerente Dominique Strauss-Khan. Para Alisson, a comparação não poderia ser mais apropriada. Afinal, o ministério é ocupado pelo sexagenário Pedro Novais (PMDB-MA), que, assim como Strauss-Khan, se envolveu num escândalo sexual. É que o bom velhinho, indicado para o cargo pelo onipresente deputado federal e líder do PMDB na Câmara Henrique Eduardo Aves (RN), pagou uma orgia num motel com a grana da verba parlamentar.

O Blog Presidente 40, do UOL, noticiou a opinião de Geddel:
O vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal,Geddel Vieira Lima (PMDB), recorreu ao caso do ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Khan, que foi preso e acusado de abuso sexual contra uma camareira, para criticar as prisões em massa promovidas nesta terça-feira na Operação Voucher da Polícia Federal.
Um dos presos é o ex-deputado Colbert Martins, que desde março foi nomeado secretário nacional de Turismo na cota do PMDB, por indicação de Geddel.
"Espero que o Brasil já esteja num patamar civilizatório em que se diga exatamento do que as pessoas estão sendo acusadas. O que não pode é ficar essa coisa de rolo compressor, com prisões em massa e sem que se saiba exatamente do que cada um é acusado", disse Geddel ao blog.
Ele afirmou que Martins é um político sério, e que assinou a liberação da última parcela de um convênio firmado em 2009, em relação ao qual havia pareceres favoráveis das áreas técnica e jurídica do ministério. "O que ele deveria fazer? Promover uma auditoria antes de assinar cada convênio?", questionou.
O ex-ministro de Lula disse que não se sabe ao certo de que as pessoas afastadas de seus cargos na chamada "faxina" de ministérios como os do Tranportes são acusadas. "Foram afastadas 28 pessoas do Dnit. Será que alguém sabe de que cada uma delas exatamente é acusada? De fazer aditivos em contratos?"

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