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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Garotinho: a independência do PR parece 'chantagem'


Do Blog do Josias de Sousa:

O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), já meio cansado da 'independência' recém-proclamada por sua legenda, foi ao Planalto.

A caminho de um encontro com o ministro Gilberto Carvalho, espécie de faz-tudo de Dilma Rousseff, Garotinho teorizou sobre a existência:

"Existe situação e oposição. Esse negócio de independência não existe, fica parecendo chantagem." Bobagem discutir com Garotinho.

Especialista na matéria, o deputado soara em timbre um tanto molequinho na época em que o petê Antonio Palocci ainda balançava na Casa Civil:

"A gente agora tem uma pedra preciosa, um diamante de R$ 20 milhões, que se chama Antonio Palocci."

Garotinho tem razão. No balcão de Brasília, quando o sujeito não é chantagista, é chato. O primeiro tipo custa caro, mas dá menos trabalho.

Ninguém consegue ser chantagista 24 horas por dia. Sossega no intervalo entre um mimo e outro. Só o chato é full-time.

A propósito, perguntou-se a Garotinho o que diabos foi fazer na sala de Gilbertinho. E ele: assuntos do Rio de Janeiro. Ah, bom!

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