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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Situação quer a volta do acampamento

Há algo muito sério que precisa ser escondido na atual gestão municipal.  Somente isso justificaria o risco a que se submetem diversos atores sociais que defendem a prefeita Micarla de Sousa (PV).
Já não bastasse o desgaste a que se viu obrigado o presidente da Câmara, Edivan Martins (PV), durante a ocupação da casa, agora o leão de chácara-mor, o ainda sem partido Enildo Alves, se expõe.
Durante a realização de audiência pública sobre os postos de combustível em supermercados, nesta manhã, Enildo pediu, em uma questão de ordem mal elaborada, pela suspensão da CEI dos Contratos, fruto da luta popular do Acampamento Primavera Sem Borboleta.
Enildo age como um atirador suicida para proteger os interesses do borboletário do Palácio Felipe Camarão.  Talvez por isso ainda não tenha partido a uma semana do prazo final de filiação para poder concorrer na eleição do ano que vem.   Quem sabe vai para o sacrifício para tentar salvar Micarla?
A CEI não pode ser suspensa por uma manobra da situação.  É um convite para que os movimentos sociais voltem àquela casa - talvez para dormir por lá até a eleição do ano que vem.  Desse modo, talvez, a Câmara faça seu dever de investigar os problemas e denúncias contra o executivo.
O que é que esteja escondido deve ser muito sério para valer tanto prejuízo de imagem aos edis dessa cidade.

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