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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Sem "relacionamento com Brasília" cidade fecha, diz prefeita

Do Portal No Minuto:

Em entrevista à TV Ponta Negra, no início da tarde desta segunda-feira (1º), a prefeita Micarla de Sousa (PV) comentou sobre as dificuldades financeiras do município, disse que todas as capitais enfrentam o mesmo problema e reconheceu que, para não "fechar as portas", depende da ajuda do governo federal.

"Ou se tem um relacionamento com Brasília [governo federal], ou se fecha as portas [da cidade].Todos os municípios têm problemas sérios com a queda de arrecadação. As prefeituras ficavam com 23% do bolo tributário brasileiro, mas hoje só ficam com 18%. Esses 5% fazem muita diferença”, ponderou, ao discorrer sobre a situação financeira da cidade", pontuou.


A prefeita disse que tem ido à Brasília “cobrar de ministério em ministério”, na tentativa de atrair novos investimentos para Natal. “Eu vejo a dor e o sofrimento dos prefeitos [com a queda de arrecadação]”, ressaltou.

Ela voltou a mencionar a “parceria” administrativa com o governo da presidenta Dilma Rousseff, mas disse que a burocracia termina atrasando a vinda de projetos importantes para Natal. “Mas graças a Deus tem a Copa 2014. As cidades-sede têm cobrado celeridade e excepcionalidade ao governo federal”.
Ainda na entrevista, Micarla observou que o consórcio paulista de consultoria EBEI MWH Brasil entregou, na última sexta-feira (29), o projeto executivo referente ao primeiro lote das obras de mobilidade urbana para a Copa 2014. Na quarta-feira, o projeto será entregue à Caixa Econômica Federal (CEF), responsável pela concessão do empréstimo à Prefeitura.
A prefeita afirmou que as obras devem começar entre outubro e novembro e destacou que desse ano até 2014 a cidade vai se transformar “num grande canteiro de obras”. “São 12 projetos estruturantes, como viadutos, tuneis, duplicação de avenidas. Vai ter um momento que a cidade vai parecer parada. As obras serão de norte a sul e de leste a oeste. O transtorno passa, mas o benefício fica”.
Micarla enfatizou, ainda, que a capital potiguar recebeu o maior volume de obras per capita entre todas as cidades-sede do campeonato mundial de futebol. “Estamos preparando a cidade para os próximos 50 anos”, ressalto.

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