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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Secretária de Saúde não entrega registros da insulina a delegado

Do Portal No Minuto

A secretária de Saúde de Natal, Maria do Perpétuo Socorro, ainda não entregou ao delegado Marcos Dayan os registros de entrada e saída do medicamento Insunorm R (insulina) no Departamento Logístico e de Suporte Imediato (DLS). Ela havia se comprometido no início da semana passada a entregar os documentos até a sexta-feira (26).

Os registros servirão para o delegado analisar se a insulina encontrada no lixo saiu ou não dos depósitos do DLS. A mesma análise foi realizada pelo delegado Júlio Rocha, enquanto responsável pelo caso. Na oportunidade, Rocha se convenceu que as 16 caixas do anestésico Provive 1%, encontradas pelos garis, haviam saído do DLS.
Dayan assumiu a titularidade da Delegacia Especializada de Investigação de Crimes contra a Ordem Tributária (DEICOT) nessa quarta-feira (24) e tem, até o próximo dia 8 de setembro para concluir as investigações sobre o caso dos medicamentos encontrados descartados no lixo em Cidade da Esperança, no último dia 5.


O inquérito, que Dayan afirmou ser uma de suas prioridades nesse começo de trabalho a frente da Deicot, aparenta não estar sendo acompanhado com a mesma atenção pela Secretaria de Saúde de Natal, pois os documentos aguardados por Dayan para avançar nas investigações, já haviam sido solicitados pelo delegado Júlio Rocha por reiteradas vezes, e nunca foi entregue.

Perpétuo afirmou a equipe de reportagem do Nominuto, na segunda-feira (22), que a Prefeitura Municipal de Natal e a SMS têm todo o interesse em identificar quem descartou esses remédios no lixo e se de fato sairam do DLS, enfatizando, inclusive que “esses medicamentos são dinheiro público que foram jogados no lixo e a população merece uma resposta sobre o caso”, mas ainda não entregou os registros que contribuirão para o esclarecimento do caso.

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